1 de out. de 2010

Entrevista com a Technologica.

Luis Carlos Dias Pereira trabalha com produção de áudio há 30 anos. Diretor da Technologica Produtora de Áudio, premiada em 2010 como Melhor Desempenho em Produção Fonográfica pelo Colunistas RS. Felipe Pagnossim é engenheiro de som com 15 anos de experiência em produção de áudio e sócio-diretor da Technologica.

Atualmente, atendem clientes como RBS (Planeta Atlântida e Hagah), Gerdau, Via Marte, Cassol, Banrisul, Barra Shopping, Diário Gaúcho, SCA, entre outros.

Ambos estarão ministrando palestra promovida pelo CCCS, dia 6 de outubro, em Caxias do Sul. Não perca!


CCCS - O que é preciso ter em mente quando se busca uma boa produção de áudio?

Technologica - Primeiro um bom roteiro, depois a gente faz uma espécie de laboratório com a criação. Isso implica na escolha de vozes, trilha e timbres, que façam a pontuação e contem a história (com ou sem o auxílio do texto).


CCCS - Produção de áudio são mais ideia, mais técnica ou os dois na medida certa?

Technologica - Os dois, mas a ideia é fundamental.


CCCS - Vocês costumam “interferir” num trabalho - como um roteiro de áudio, por exemplo -, que vocês considerem que não é adequado para aquilo que a ideia se propõe?

Technologica - Não, no roteiro não. Nós nos preocupamos com a produção, com os detalhes, e se tivermos algumas sugestões certamente acrescentaremos.


CCCS - Quais são, na opinião de vocês, os erros mais comuns quando se trata de produzir um áudio?

Technologica - Acreditamos que a falta de ousadia e de criatividade. Vale ressaltar, também, que um fator limitante para uma boa produção de áudio, seja justamente o pouco investimento tanto de verba quanto de esforços. Não podemos pensar o áudio, apenas como a “musiquinha” ao fundo.


CCCS - Para aqueles que se interessarem pelo tema e quiserem conhecer mais a fundo o ramo, por onde começar?

Technologica - No próprio curso, buscando informações com os professores e solicitando a interação com profissionais de todas as áreas de interesse.

23 de set. de 2010

Sexta tem encontro do CCCS.

Nessa sexta, 24 de setembro, tem encontro do Clube de Criação de Caxias do Sul, às 20h, no La Barra. Sócio do CCCS não paga entrada. Basta apresentar a carteirinha de Pé Roxo. Venha bater um papo com a gente e discutir questões referentes ao Clube.

Aproveite a oportunidade para se associar ao CCCS!

15 de set. de 2010

Vaga Trio Propaganda.

A Trio Propaganda, no início de suas atividades em Caxias do Sul, seleciona Diretor de Arte para seu núcleo de criação.
Interessados enviar portfólio para:
marcelo@triopropaganda.com

14 de set. de 2010

Vagas Fontana Comunicação.

A Fontana Comunicação está com vagas para as funções de:


- Diretor de Arte, com experiência


Precisa ter agilidade nos processos de trabalho, criatividade, espírito de equipe e bom relacionamento interpessoal.

É necessário conhecimento em Photoshop e CorelDraw (ou Ilustrator, ou InDesign).


- Redator / Planejamento


Requisitos Comportamentais: Feeling comercial, organização, boa comunicação / articulação, bom relacionamento interpessoal, respeito aos compromissos, simpatia e boa apresentação. Não fumante.

Preferencialmente com conhecimento em inglês.


Interessados enviar currículo com a vaga pretendida para:

andreia@fontanacomunicacao.com.br

3 de set. de 2010

Ogilvy rescinde acordo com SLM.

Gilson Stork, diretor da SLM.

O presidente da Ogilvy Brasil, Sérgio Amado, anunciou nesta quinta-feira, 2, a decisão de rescindir o acordo operacional com a gaúcha SLM, em vigor desde 1995. A rescisão foi motivada pelo envolvimento da agência no escândalo de desvio de verba do Banrisul, revelado pela Polícia Federal do Rio Grande do Sul por meio da Operação Mercari. De acordo com a imprensa gaúcha, cerca de 80 policiais participam da operação nesta quinta-feira, cumprindo 11 mandados de busca e apreensão. A Polícia Federal deteve o superintendente de marketing do Banrisul, Walney Fehlberg, além de Gilson Stork, sócio e diretor geral da SLM, e Armando D’Elia Neto, diretor da DCS, que atendem a conta.

Os três foram presos em flagrante durante as buscas em suas residências, na sede do Banrisul e nas duas agências. Nestas diligências, a Polícia Federal apreendeu cerca de R$ 2 milhões em dinheiro sem origem identificada. O prejuízo causado à instituição financeira estatal gaúcha seria de R$ 10 milhões, nos últimos 18 meses.

Fonte: m&m online.